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Júlia Molina de camisa vinho, sentada, com as mãos apoiadas sob o queixo, olhando para a câmera.

Você não precisa entender de lei. Precisa de alguém que entenda — e que te explique em português.

  • Você já ouviu que no boca a boca está tudo bem e sente que não está.

  • Você adia a conversa para não brigar — e por isso nada se resolve.

  • Você tem medo de que pedir o que é seu te transforme na pessoa difícil da história.

  • Você quer previsibilidade, não vingança.

Nenhuma dessas frases é motivo para vergonha. São os quatro motivos mais comuns pelos quais uma família chega até mim tarde demais — quando resolver já custa mais caro, em dinheiro e em desgaste.

Sobre mim

Folheie a minha história

  • Prazer. Eu sou a Júlia. Advogada de Família e Sucessões.
  • Onde começou. Eu tinha 16 anos quando entrei na Vara de Família. Não como advogada. Como estagiária do Fórum. Aprendi Direito de Família de dentro para fora — vendo audiência, vendo processo, vendo família de verdade — antes de aprender na sala de aula.
  • A formação. Passei na Ordem antes de me formar. Fui aprovada no Exame da OAB ainda no nono semestre. Me formei já advogada. Hoje sou especializanda em Direito de Família e Sucessões pelo IBDFAM.
  • O caminho. Atuei um ano e meio defendendo mulheres e crianças. Foi ali que entendi de perto o que é sobrecarga, medo de perder o filho e cansaço de explicar o óbvio. Hoje atendo diversos públicos — mães e pais. O que não muda é de que lado eu fico.
  • Acima das dores dos adultos, existe uma criança. E ela não deveria pagar pela imaturidade emocional de ninguém. Independentemente do caso, é sempre pelo interesse dela que eu trabalho.
  • Por que família. Porque atrás de cada processo existe uma história. Medos, mudanças, recomeços. É por isso que eu acredito numa advocacia que acolhe sem perder a firmeza, e que busca solução com responsabilidade e estratégia.
  • Fora do Direito. Eu vivo em busca de equilíbrio. Gosto de calmaria, mas às vezes preciso de um samba. Amo restaurante e reunião de família, mas às vezes só quero minha casa em silêncio. Sou apaixonada por café — e por futebol com petisco e cerveja. Talvez seja por isso que eu entenda tanto de meio-termo.
  • Se a sua família está passando por uma mudança, eu posso te ajudar a atravessar. Me chama no direct.

01/ 08

Prazer

Júlia Molina de blazer preto, a mão junto à gola, olhando para a câmera.

Eu não trabalho para você ganhar de alguém.

Eu trabalho para que a sua criança saia inteira disso.

Meu trabalho começa antes do processo: entender o que você está vivendo, separar o que é jurídico do que é mágoa, e te mostrar o caminho mais curto até a solução. E, sempre que possível, acordo em vez de anos de audiência.

OAB/SP nº 528.229
Advogada inscrita
Comissões da OAB
Família e Sucessões · Direitos da Criança e do Adolescente
Atuação
Guarda, alimentos, divórcio, convivência, inventário
Atendimento
São Paulo e online para todo o Brasil
Mesa de trabalho com documentos, caneta, notebook e uma xícara.

Atendimento

Como funciona o atendimento

  1. Primeiro

    Você me conta

    Pelo WhatsApp, no seu tempo. Não precisa de documento nenhum: eu só preciso da sua história e de três datas — quando começou, quando piorou e o que você já tentou.

  2. Depois

    Conversamos com calma

    Presencial ou por vídeo. Aqui eu te explico onde você está juridicamente, quais caminhos existem, quanto tempo cada um costuma levar e o que muda na sua vida em cada um deles.

  3. Então

    Você decide

    Com o cenário na mão e os honorários combinados por escrito antes de qualquer passo. Se decidir seguir, eu conduzo. Se decidir esperar, você sai daqui sabendo o que está em jogo.

O que eu prometo e o que não prometo

O que nenhum advogado sério promete

  • Vitória garantida. Quem promete resultado está vendendo, não advogando.

  • Prazo do Judiciário. Isso não depende de mim nem de você.

  • Valor exato de pensão antes de analisar o caso.

  • Que a outra parte vai colaborar.

O que eu prometo

  • Que você vai entender cada passo em português, sem juridiquês.

  • Resposta — inclusive quando a resposta é: ainda não sei.

  • Honorários combinados por escrito antes de qualquer providência.

  • Sigilo absoluto sobre tudo o que você me contar.

  • Que a criança vem antes da briga. Sempre.

Vídeos

Direito de Família sem juridiquês, em vídeo

Mais no Instagram @adv.juliamolina

Dúvidas

Preciso levar documentos na primeira conversa?

Não. Na primeira conversa eu preciso da sua história e de três datas: quando a situação começou, quando piorou e o que você já tentou fazer. Documentos a gente organiza depois, com calma e com lista.

Regularizar a guarda vai criar briga com o pai ou a mãe do meu filho?

Na maioria dos casos, é o contrário. O acordo escrito encerra o conflito que já existe informalmente há anos. Boa parte dos casos se resolve por acordo, sem audiência de disputa — e é sempre o caminho que eu tento primeiro.

Você atende homens?

Sim. Atendo pais que querem convivência com os filhos, que precisam revisar pensão ou que estão sendo afastados da vida da criança. Meu compromisso é com a proteção da criança e com a responsabilidade parental — dos dois lados.

Atende fora de São Paulo?

Sim. O atendimento online funciona para todo o Brasil, por vídeo e WhatsApp. Processos em outros estados são conduzidos remotamente ou em parceria com correspondente local, conforme o caso.

Como funcionam os honorários?

Os honorários são definidos após entender o seu caso, seguindo a tabela da OAB/SP, e ficam combinados por escrito em contrato antes de qualquer providência. Por regra da Ordem, não divulgo valores fora do atendimento — mas você saberá exatamente quanto custa antes de decidir qualquer coisa.

O que você me contar fica entre nós?

Sim. O sigilo profissional é dever legal e ético do advogado, e vale desde a primeira mensagem — mesmo que você decida não me contratar.

Me conte o que está acontecendo.

A primeira coisa que eu faço não é processar ninguém. É te explicar onde você está.